segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Eu Conto, Tu Conto, Ele Conto

Eles instigam. Te fazem encarar uma nova realidade, mesmo que limitada. Não se definem por tamanho, mas costumam não ser extensos. Podem te colocar frente a frente com um curto romance, um curto drama, uma pequena comédia, uma grande batalha épica, ou relatar um simples fato que a vida proporciona no cotidiano, como quando se vai até a padaria da esquina. Não fazem questão de agradar. São estruturados, métricos, mas sempre deixam algo pendente, escrito entrelinhas, e por vezes até omitem revelações, para que não se perca o rumo e tudo acabe sem um sublime ou mórbido enlace final, se houver um final. Isso tudo para instigar quem passe os olhos e tente encaixar seu pensamento, sua ideia, seu argumento. É o que posso dizer sobre contos.

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